De otimismo largado o meu país me expulsa dele próprio, nada
que uns bons momentos sóbrios não resolvam para que eu seja desenganado, mas
desafortunado do meu presente só me resta o meu velório nacional, que sá será
sensacional na medida do possível e do impossível em que todos possam estar
cientes, conscientes que daqui pra frente a rebelião ao status quo é a solução
intragável que há, ao prazer inenarrável ao colocar os porcos de volta ao seu
lugar e fazer com que os cavalos saudáveis lutem pela gente.
Ao manifesto que nunca ocorreu nesses dias em que se viveu a
falsidade da glorificação, em que hoje eles sabem que são se apossaram do que
não deveriam e tornou o tragável em algo indigesto, barbarizando no processo as
chances de liberdade daqueles que não se queixaram de só poder viver em paz, na
sagaz possibilidade de serem simplesmente quem são, mas não porque estão
acabados até que sua prole floresça e tentem o que lhes é de direito na
pacificidade, se não houver mais socos no queixo dos que querem apenas o que
querem há a remota possibilidade de que se esqueça a loucura que precedeu a
bonança, não sendo essa uma boa vizinhança só me resta esperar pelo povo.
Inspirar a nação não é a minha missão senão daqueles do que
por ela deviam zelar, não rasgar a bandeira na cara dos que não podem se
defender da exploração de serem menos por terem menos, apenas sabendo mais pela
incapacidade de informação banhada nesse poço fundo e oco de ignorância que
passa pela nossa visão, o nome disso deveria ser arrogância por menos mas
sabendo onde estamos chamamos de bonança e bem estar de sei lá eu quem, estando
por bem todos os abaixo do querer do outrem afundados na areia movediça que
enguiça os passos daqueles que não tem a corda verde-dinheiro que compra o seu
caminhar de esperança.
Dois anos se passaram do primeiro passo que esse laço
prendeu, dos outros passos que virão senão pela vontade dos responsáveis pelo
que aconteceu restando aos afetados se moverem, é assim que funciona o mercado
eles disseram para que não lutássemos pela soberania sobre nós mesmo,
presidindo nossas vidas e nossos direitos de cima da cadeira do poder e não do
dever como deveria ser, coagidos dentre os seus a serem o que eles são em troca
de nada mais do que o ganha pão de seus semelhantes que transitam sem vida ao
seu redor querendo só a segurança de cruzar os caminhos que pavimentaram sem o risco
de perder um grão do seu interior ou exterior, que fica a reflexão para a
multidão da manifestação para que não sumam em comunhão a vitória suja dos sem pátria
que nos devoram.
Puxe um pouco mais, pelo manifesto, o castelo de cartas vai cair, tudo pelo manifesto, eu preciso ver o barbaro dentro de ti, e não se esqueça o manifesto, necessitado do seu eu que faz perguntas, abraçado com o manifesto, consciente do seu poder de fazer destruição, pelas palavras do manifesto, fluido como água que seja os seus pensamentos, escrevendo seu manifesto, a ultima das revoluções que fará os porcos a mesa pararem de rir, transbordando do seu manifesto, a barricada da sabedoria dos livros e da cultura é o que vai previnir os porcos de grunir, chicoteando o cérebro com o manifesto, chorar pela dor do próximo não minimiza seus próprios sofrimentos, presentes em seu manifesto, não se mobilizar é deixar que tudo tenha sido em vão, sem entender o seu próprio manifesto, sele a sua fortaleza como se fosse sua tumba, forradas de seu próprio manifesto, o seu escudo levantado pelo que vai vir, embuindo de seu próprio manifesto, não se deixe sucumbir, até que cumpra seu manifesto.
não aguente mais
Puxe um pouco mais, pelo manifesto, o castelo de cartas vai cair, tudo pelo manifesto, eu preciso ver o barbaro dentro de ti, e não se esqueça o manifesto, necessitado do seu eu que faz perguntas, abraçado com o manifesto, consciente do seu poder de fazer destruição, pelas palavras do manifesto, fluido como água que seja os seus pensamentos, escrevendo seu manifesto, a ultima das revoluções que fará os porcos a mesa pararem de rir, transbordando do seu manifesto, a barricada da sabedoria dos livros e da cultura é o que vai previnir os porcos de grunir, chicoteando o cérebro com o manifesto, chorar pela dor do próximo não minimiza seus próprios sofrimentos, presentes em seu manifesto, não se mobilizar é deixar que tudo tenha sido em vão, sem entender o seu próprio manifesto, sele a sua fortaleza como se fosse sua tumba, forradas de seu próprio manifesto, o seu escudo levantado pelo que vai vir, embuindo de seu próprio manifesto, não se deixe sucumbir, até que cumpra seu manifesto.
não aguente mais
